Lavoisier



Antoine Laurent de Lavoisier (1743 – 1794)

Antoine Laurent de Lavoisier, considerado o fundador da Química moderna, nasceu em Paris a 26 de Agosto de 1743 e morreu a 8 de Maio de 1794. Casou-se com Anne-Marie Paulze Lavoisier, de apenas 13 anos, que acompanhou de muito perto a actividade científica do marido. Era ela que traduzia os textos em inglês para que este os estudasse, tendo ilustrado também muitos dos seus livros.

Pode a Química ajudar a resolver crimes e apanhar criminosos?


As investigações criminais têm um aliado poderoso na descoberta dos criminosos e na resolução dos crimes, a QUÍMICA.
Na cena do crime, um perito recolhe amostras de sangue, outro, pedaços de tinta e um pó branco suspeito. Todas as provas são enviadas para o laboratório forense onde trabalham um conjunto amplo de técnicos, com destaque para o Químico Forense. São eles que analisam todas as provas recolhidas e fornecem os resultados que permitem resolver os mistérios policiais.
Para além de agentes que correm atrás de criminosos, que interrogam suspeitos e questionam testemunhas, de investigadores que recolhem as provas existe uma parte fundamental em qualquer investigação, e muitas vezes escondida, os técnicos dos laboratórios forenses.

Concurso CSI - Compreender, Saber, Investigar a Química

No âmbito das actividades comemorativas do Ano Internacional da Química 2011, o Centro de Química de Évora e o Departamento de Química da Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade de Évora promoveram o “Concurso CSI - Compreender, Saber, Investigar a Química”.
Esta iniciativa teve como objectivos principais fomentar o interesse pela Química, estimular o espírito de iniciativa, criatividade e literacia científica dos alunos, bem como, demonstrar a importância da Química na satisfação das necessidades da Sociedade Moderna e no bem-estar da Humanidade.
O CSI contou com a participação de uma centena de alunos provenientes de 16 escolas secundárias pertencentes aos distritos de Bragança, Aveiro, Porto, Lisboa, Castelo Branco, Lisboa, Santarém e Évora.

Ciência no Feminino



 
À Ciência no Feminino bem podem aplicar-se as palavras de António Machado: “Caminante, no hay camino, se hace camino al andar”. A Ciência e a Tecnologia foram, desde tempos imemoriais, campos de saber governados por homens. A mulher, delicada e sensível, foi remetida para as áreas onde poderia mais facilmente desenvolver as suas capacidades naturais, como a educação e as artes. Porém, neste contexto masculino, muitas mulheres usando a sua criatividade e inteligência, desenvolveram ideias, criaram produtos e deram resposta às questões suscitadas pelo mundo que as rodeava, conquistando o respeito dos seus pares masculinos. No decurso da História, muitas destas mulheres admiráveis foram esquecidas enquanto de outras chegou até nós algum registo.