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| Partícula de carvão activado |
Está em curso na Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade de Évora, mais concretamente no Grupo de Química de Superfícies do Centro de Química de Évora, um projecto que visa estudar a reutilização destes resíduos industriais e a utilização de alguns produtos e sub-produtos agrícolas para a produção de carvões activados, criando assim mais-valias económicas para estes produtos.
Este projecto intitulado: “Estudo da Influência da Composição dos Precursores Lenhocelulosicos nas Características dos Carvões Activados Produzidos” é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (projecto PTDC/CTM/66552/2006) e está a estudar a utilização de colza, girassol, esparto, videira, casca de amêndoa e também endocarpo de café (resíduo da NovaDelta) e lamas do tratamento primários da Portucel (Setúbal) para a produção de carvões activados por processos de activação com dióxido de carbono e vapor de água. Durante o processo de produção as matérias-primas sofrem uma queima controlada num forno horizontal, a temperaturas entre 500 e 900ºC de forma a produzir um material cheio de buracos, os poros, utilizados para adsorver, ou aprisionar, os compostos e substâncias que queremos remover das soluções.
Mas, o que é um carvão activado?


