Utilização de Produtos Naturais para a Produção de Carvões Activados

Partícula de carvão activado
Como a maior parte dos leitores saberá a actividade agrícola produz um conjunto variado de sub-produtos e resíduos, por exemplo resultantes da poda e da extracção dos produtos principais. Para além disso, existem também um conjunto de actividades industriais que usam produtos naturais no seu processo, resultando daí alguns resíduos industriais, tal como por exemplo na torrefação do café.
Está em curso na Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade de Évora, mais concretamente no Grupo de Química de Superfícies do Centro de Química de Évora, um projecto que visa estudar a reutilização destes resíduos industriais e a utilização de alguns produtos e sub-produtos agrícolas para a produção de carvões activados, criando assim mais-valias económicas para estes produtos.
Este projecto intitulado: “Estudo da Influência da Composição dos Precursores Lenhocelulosicos nas Características dos Carvões Activados Produzidos” é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (projecto PTDC/CTM/66552/2006) e está a estudar a utilização de colza, girassol, esparto, videira, casca de amêndoa e também endocarpo de café (resíduo da NovaDelta) e lamas do tratamento primários da Portucel (Setúbal) para a produção de carvões activados por processos de activação com dióxido de carbono e vapor de água. Durante o processo de produção as matérias-primas sofrem uma queima controlada num forno horizontal, a temperaturas entre 500 e 900ºC de forma a produzir um material cheio de buracos, os poros, utilizados para adsorver, ou aprisionar, os compostos e substâncias que queremos remover das soluções.
Mas, o que é um carvão activado?

Porque é que se deve tratar a água das piscinas?

A utilização de piscinas tem sofrido nos últimos anos um crescimento notável devido a uma maior consciencialização da importância social e dos benefícios físicos e psicológicos que esta actividade proporciona. Este incremento na utilização de piscinas deve-se ainda a factores como o nível de poluição das águas fluviais e costeiras e a crescente dificuldade no acesso às praias por sobrelotação. Ao interesse por esta actividade lúdica tem correspondido um investimento (público e privado) na construção de novas e cada vez mais sofisticadas instalações desportivas destinadas não só à prática da natação, mas também à fruição de espaços públicos requalificados. Estes investimentos vieram contribuir para o desenvolvimento de novas tecnologias (equipamento e produtos) que minimizam os eventuais efeitos negativos para a saúde pública associados à qualidade da água das piscinas.
Para além de um tratamento físico (completa o ciclo de limpeza, pela filtragem da piscina, aspiração da sujidade depositada no fundo) é imprescindível assegurar à água de uma piscina um tratamento químico correcto e regular de modo a que ela esteja sempre em perfeitas condições de utilização. Sem este tratamento a piscina poderá representar um risco para a saúde e segurança dos seus utilizadores. Para que isso não aconteça existe uma variada gama de produtos químicos que vão desde os correctores de pH e de equilíbrio da água, aos clarificantes, desinfectantes e algicidas, para a realização de um tratamento químico eficaz, de acordo com as seguintes funções:

O que são polímeros e porque são interessantes?

A palavra polímeros vem do grego polumeres, que quer dizer “ter muitas partes”. Os polímeros são moléculas muito grandes constituídas pela repetição de pequenas e simples unidades químicas, denominadas de monómeros (do grego “mono” – um).
Os polímeros sempre fizeram parte do quotidiano humano. Desde os tempos mais remotos o homem tem usado polímeros naturais como amido, celulose e seda, entre outros. Além disso, cerca de 18% do nosso organismo é constituído por proteínas, que são polímeros naturais. A partir da primeira metade do século XX, quando o Químico alemão Hermann Staudinger (1881-1963, pioneiro no estudo da química dos polímeros, galardoado com o Prémio Nobel da Química em 1953) descobriu o processo de polimerização, a síntese de polímeros deixou de ser apenas um fenómeno natural. Desde então, o estudo dos polímeros naturais e principalmente dos sintéticos desenvolveu-se rapidamente. Actualmente, é difícil imaginar a vida humana sem a utilização de polímeros. Assim, a indústria de polímeros constitui um dos pilares do estilo de vida contemporâneo. É enorme a quantidade de bens que nos cercam, produzidos a partir de materiais poliméricos, uma vez que eles são utilizados em quase todas as áreas das actividades humanas, principalmente nas indústrias de automóvel, de embalagens, de revestimentos e de vestuário, e incorporam-se de forma permanente ao quotidiano das nossas vidas. Isso deve-se também ao facto dos polímeros sintéticos terem vindo a conquistar muitos mercados através da substituição de outros materiais, como papel, madeira e metais.

Pode o ar da sua casa estar a fazer mal à sua saúde?

Em http://home.howstuffworks.com/

Ainda há muita gente que considera que está a salvo da poluição ambiental quando entra na sua própria casa. No entanto, os cientistas têm vindo a demonstrar exactamente o contrário! O ar que inspiramos no interior das nossas casas contém muitas vezes poluentes em quantidade superior à que é encontrada no ar que respiramos no exterior.
Mas o que são e de onde vêm estes poluentes?
A maior parte destes compostos químicos irritantes, tóxicos, cancerígenos, etc. são trazidos para dentro de casa pelos seus próprios habitantes. Por exemplo, o tetracloroetileno (composto tóxico) entra consigo em casa quando trás da lavandaria a roupa que mandou limpar a seco, e o benzeno (composto cancerígeno) entra em sua casa agarrado à roupa que usava quando encheu o seu depósito de combustível. Os exemplos são inúmeros e aqui pretendemos apenas dar alguns que ilustram como a sua rotina diária pode contribuir para elevar os níveis de poluentes do ar no interior de sua casa.