Pode o ar da sua casa estar a fazer mal à sua saúde?

Em http://home.howstuffworks.com/

Ainda há muita gente que considera que está a salvo da poluição ambiental quando entra na sua própria casa. No entanto, os cientistas têm vindo a demonstrar exactamente o contrário! O ar que inspiramos no interior das nossas casas contém muitas vezes poluentes em quantidade superior à que é encontrada no ar que respiramos no exterior.
Mas o que são e de onde vêm estes poluentes?
A maior parte destes compostos químicos irritantes, tóxicos, cancerígenos, etc. são trazidos para dentro de casa pelos seus próprios habitantes. Por exemplo, o tetracloroetileno (composto tóxico) entra consigo em casa quando trás da lavandaria a roupa que mandou limpar a seco, e o benzeno (composto cancerígeno) entra em sua casa agarrado à roupa que usava quando encheu o seu depósito de combustível. Os exemplos são inúmeros e aqui pretendemos apenas dar alguns que ilustram como a sua rotina diária pode contribuir para elevar os níveis de poluentes do ar no interior de sua casa.

O Ibuprofeno: Um fármaco com sucesso


O Ibuprofeno é um fármaco do grupo dos anti-inflamatórios não esteróides (do sub-grupo químico dos derivados do ácido propanóico), fármacos que têm em comum a capacidade de combater a inflamação, a dor e a febre. Tal como os outros anti-inflamatórios não esteróides actua inibindo a produção de prostaglandinas, substâncias químicas produzidas pelo corpo que causam inflamação e contribuem para a percepção de dor pelo cérebro. Reduz também a febre ao bloquear a síntese de prostaglandinas no hipotálamo, uma estrutura do cérebro responsável pela regulação da temperatura do corpo. O Ibuprofeno tem ainda propriedades anticoagulantes, diminuindo a formação de coágulos sanguíneos. Juntamente com o Ácido Acetilsalícilico (princípio activo da Aspirina e de outros medicamentos) e o Paracetamol (princípio activo do Ben-U-Ron, Tylenol e de outros medicamentos), o Ibuprofeno faz parte da lista de fármacos essenciais da Organização Mundial de Saúde.

O potencial anti-oxidante no dia-a-dia

Em http://trendsupdates.com/

Nos últimos anos, uma porção cada vez mais significativa de empresas ligadas à indústria alimentar tem investido num novo estilo publicitário: o dos alimentos que “fazem bem à saúde”. Um mecanismo recorrente é o de apontar, de entre as diversas propriedades dum alimento, o facto de este possuir anti-oxidantes. De facto, desde a beterraba aos sumos engarrafados, não esquecendo o vinho, os anti-oxidantes parecem estar em quase tudo o que se bebe ou come, com a nítida vantagem de melhorar “a saúde” em geral.
De facto, em geral, é verdade; os compostos com actividade antioxidante estão presentes em praticamente todos os alimentos coloridos que ingerimos e contribuem para eliminar substâncias nocivas do nosso organismo, chamadas radicais livres. Estes radicais são compostos muito reactivos (têm um electrão desemparelhado; geralmente, os electrões aparecem em pares) que, embora sejam necessários para o funcionamento do nosso organismo, quando em excesso podem atacar as nossas células, danificando-as. Os compostos com actividade anti-oxidante sofrem o ataque dos radicais mais facilmente que as células, inutilizando os radicais livres, que assim ficam inofensivos. O efeito dos radicais livres (em excesso) é no sentido de alterar e danificar tecidos vivos, pelo que os sintomas se traduzem em algumas doenças e, globalmente, no envelhecimento; o efeito dos anti-oxidantes pode encarar-se, a esta luz, como preventivo relativamente ao mau funcionamento das nossas células, que tanto pode provocar o envelhecimento da pele e outros órgãos, como por todo o tipo de tumores, cirroses, etc..

Nanoquímica: Um novo mundo?

Em http://jtpark.kaist.ac.kr/cont/cont2c.htm

Recentemente surgiu uma designação nova no panorama do noticiário científico, que felizmente é cada vez mais abundante na nossa comunicação social. Trata-se do prefixo nano, aplicado a várias palavras: nanotecnologia, nanomateriais, nanoquímica, etc.. Do que se trata?
Em 2005 uma firma japonesa colocou no mercado a primeira máquina de lavar loiça baseada nas nanotecnologias; graças a investigação de ponta é possível distribuir a água pela loiça em gotículas nano, tornando a lavagem mais eficaz e havendo uma poupança de água e de energia.
Mas o que é isso do nano?
Trata-se de um prefixo que é usado para designar um submúltiplo do metro, o nanómetro (nm). Nano, provém da palavra grega para anão e para muito pequeno. Esta é a unidade que melhor mede o tamanho das partículas de que são constituídos os nanomateriais.
Enquanto que um centímetro (cm) é a centésima parte do metro (m), ou seja, 1 cm = 0,01 m = 10-2 m, o nanómetro é a milésima milionésima parte do metro, ou seja 1 nm = 0,000000001 m = 10-9 m.