Porque é que se deve tratar a água das piscinas?

A utilização de piscinas tem sofrido nos últimos anos um crescimento notável devido a uma maior consciencialização da importância social e dos benefícios físicos e psicológicos que esta actividade proporciona. Este incremento na utilização de piscinas deve-se ainda a factores como o nível de poluição das águas fluviais e costeiras e a crescente dificuldade no acesso às praias por sobrelotação. Ao interesse por esta actividade lúdica tem correspondido um investimento (público e privado) na construção de novas e cada vez mais sofisticadas instalações desportivas destinadas não só à prática da natação, mas também à fruição de espaços públicos requalificados. Estes investimentos vieram contribuir para o desenvolvimento de novas tecnologias (equipamento e produtos) que minimizam os eventuais efeitos negativos para a saúde pública associados à qualidade da água das piscinas.
Para além de um tratamento físico (completa o ciclo de limpeza, pela filtragem da piscina, aspiração da sujidade depositada no fundo) é imprescindível assegurar à água de uma piscina um tratamento químico correcto e regular de modo a que ela esteja sempre em perfeitas condições de utilização. Sem este tratamento a piscina poderá representar um risco para a saúde e segurança dos seus utilizadores. Para que isso não aconteça existe uma variada gama de produtos químicos que vão desde os correctores de pH e de equilíbrio da água, aos clarificantes, desinfectantes e algicidas, para a realização de um tratamento químico eficaz, de acordo com as seguintes funções:

O que são polímeros e porque são interessantes?

A palavra polímeros vem do grego polumeres, que quer dizer “ter muitas partes”. Os polímeros são moléculas muito grandes constituídas pela repetição de pequenas e simples unidades químicas, denominadas de monómeros (do grego “mono” – um).
Os polímeros sempre fizeram parte do quotidiano humano. Desde os tempos mais remotos o homem tem usado polímeros naturais como amido, celulose e seda, entre outros. Além disso, cerca de 18% do nosso organismo é constituído por proteínas, que são polímeros naturais. A partir da primeira metade do século XX, quando o Químico alemão Hermann Staudinger (1881-1963, pioneiro no estudo da química dos polímeros, galardoado com o Prémio Nobel da Química em 1953) descobriu o processo de polimerização, a síntese de polímeros deixou de ser apenas um fenómeno natural. Desde então, o estudo dos polímeros naturais e principalmente dos sintéticos desenvolveu-se rapidamente. Actualmente, é difícil imaginar a vida humana sem a utilização de polímeros. Assim, a indústria de polímeros constitui um dos pilares do estilo de vida contemporâneo. É enorme a quantidade de bens que nos cercam, produzidos a partir de materiais poliméricos, uma vez que eles são utilizados em quase todas as áreas das actividades humanas, principalmente nas indústrias de automóvel, de embalagens, de revestimentos e de vestuário, e incorporam-se de forma permanente ao quotidiano das nossas vidas. Isso deve-se também ao facto dos polímeros sintéticos terem vindo a conquistar muitos mercados através da substituição de outros materiais, como papel, madeira e metais.

Pode o ar da sua casa estar a fazer mal à sua saúde?

Em http://home.howstuffworks.com/

Ainda há muita gente que considera que está a salvo da poluição ambiental quando entra na sua própria casa. No entanto, os cientistas têm vindo a demonstrar exactamente o contrário! O ar que inspiramos no interior das nossas casas contém muitas vezes poluentes em quantidade superior à que é encontrada no ar que respiramos no exterior.
Mas o que são e de onde vêm estes poluentes?
A maior parte destes compostos químicos irritantes, tóxicos, cancerígenos, etc. são trazidos para dentro de casa pelos seus próprios habitantes. Por exemplo, o tetracloroetileno (composto tóxico) entra consigo em casa quando trás da lavandaria a roupa que mandou limpar a seco, e o benzeno (composto cancerígeno) entra em sua casa agarrado à roupa que usava quando encheu o seu depósito de combustível. Os exemplos são inúmeros e aqui pretendemos apenas dar alguns que ilustram como a sua rotina diária pode contribuir para elevar os níveis de poluentes do ar no interior de sua casa.

O Ibuprofeno: Um fármaco com sucesso


O Ibuprofeno é um fármaco do grupo dos anti-inflamatórios não esteróides (do sub-grupo químico dos derivados do ácido propanóico), fármacos que têm em comum a capacidade de combater a inflamação, a dor e a febre. Tal como os outros anti-inflamatórios não esteróides actua inibindo a produção de prostaglandinas, substâncias químicas produzidas pelo corpo que causam inflamação e contribuem para a percepção de dor pelo cérebro. Reduz também a febre ao bloquear a síntese de prostaglandinas no hipotálamo, uma estrutura do cérebro responsável pela regulação da temperatura do corpo. O Ibuprofeno tem ainda propriedades anticoagulantes, diminuindo a formação de coágulos sanguíneos. Juntamente com o Ácido Acetilsalícilico (princípio activo da Aspirina e de outros medicamentos) e o Paracetamol (princípio activo do Ben-U-Ron, Tylenol e de outros medicamentos), o Ibuprofeno faz parte da lista de fármacos essenciais da Organização Mundial de Saúde.